Porto | Convívio comunitário
- Comunicacao OCDS
- 3 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Como é uma tradição de longa data na nossa comunidade, o último encontro mensal de cada ano pastoral é um dia de convívio comunitário. E o ano pastoral 2024-2025 não foi exceção!
Assim, no passado dia 5/julho, e na companhia de 2 familiares, éramos 10 a rumar para Trás-os-Montes, também na companhia do nosso Assistente Espiritual, P. Agostinho Leal. Antes da viagem, fizemos uma pequena oração na Igreja Stella Maris (Porto) e seguimos em direção a Vila Flor. Sabíamos que o calor estava à nossa espera ….
Fizemos a 1ª paragem na igreja de S. Bartolomeu, Igreja Matriz de Vila Flor, onde o P. Agostinho Leal nos brindou com algumas notas culturais e religiosas da igreja.
Depois de uma paragem para nos refrescarmos num café da vila (a manhã estava quente!) seguimos em direção à praia fluvial da foz do Rio Sabor, onde esperávamos encontrar uma sombra para o nosso almoço partilhado; e assim aconteceu, com uma mesa e bancos à nossa espera! Foi um caloroso momento de convívio, com partilha de várias iguarias e de uns “peixinhos”, especialidade da região.
Depois deste momento de repouso e de conforto para o estômago, seguimos em direção a Torre de Moncorvo para visitar a Basílica Menor. Após algumas notas culturais e religiosas do nosso Assistente Espiritual, fomos …. beber (muita) água. Estávamos no tempo dos 3 meses de inferno desta terra que também tem 9 meses de inverno.
Depois de visitarmos as monjas da Ordem do Carmo do Convento da Sagrada Família (Torre de Moncorvo), seguimos em direção à Cardanha. No percurso passamos pela barragem e pudemos apreciar a vista panorâmica dos Lagos do Sabor.
Celebramos a Eucaristia na Igreja Matriz da Cardanha também com a presença do povo da aldeia e no fim tivemos um lauto lanche transmontano em casa dos pais de um membro da nossa comunidade.
No final, regressamos a casa, cansados mas felizes. Foi um bom dia que ajudou a reforçar os laços comunitários da amizade, como Santa Teresa de Jesus dizia ser essencial existirem nas comunidades carmelitas (das monjas, à data).






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