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Liturgia das Horas

Estes momentos de oração litúrgica são emitidos diariamente.

08:30 - Laudes | 18:15 - Vésperas | 22:00 - Completas

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Autor: António José Gomes Machado

 

Acaba de sair do prelo nas Edições Carmelo um livro sobre Santa Teresinha: A oração é um impulso do coração, Rezar com Santa Teresa do Menino Jesus. É mais um trabalho de António José Gomes Machado, OCDS , com um prefácio do Pe Manuel Fernandes dos Reis, OCD, estudioso da obra da Santa há mais de vinte anos. A “pequena Teresa” não deixou nenhum tratado sobre a oração, mas com os seus escritos e pelo seu testemunho de vida, podemos aprender a orar.

Das declarações espontâneas sobre a oração que se encontram nos seus manuscritos autobiográficos, cartas, poesias, recreações e últimas recordações, o autor retirou conselhos muito simples e práticos para todos aqueles que se sentem atraídos para a oração. Na Introdução, o autor salienta que «a oração de Teresa foi muito simples, como simples foi a sua vida. Centrados em Jesus Cristo, apoiados no Evangelho, cada um deve seguir com muita simplicidade e fidelidade à oração, que conduz à experiência de união e comunhão com o Senhor. Orar não é só para alguns, nem algo acessório, mas o centro e a vitalidade do cristão… É um livro de oração e para a oração. Não se trata de um tratado orante, mas um livro prático para ajudar na oração pessoal ou comunitária, com a ajuda de Santa Teresinha, a “maior santa dos tempos modernos”, como referiu o Papa Pio XI.»

A oração é um impulso do coração

RECOMENDADO

« Meu Deus, eis que chegam os dias de retiro tão impacientemente esperados, peço-vos que os abençoeis. E já que não posso romper com o mundo e viver na vossa solidão, ah pelo menos dai-me a solidão de coração. Que eu viva na vossa união íntima, que nada, mesmo nada me possa distrair de vós, que a minha vida seja uma contínua oração! Vós o sabeis, bom Mestre, a minha consolação, quando assisto a estas reuniões, a estas festas, o meu console é a de me recolher e de gozar da vossa presença, porque vos sinto tanto em mim, ó meu supremo bem. Nessas reuniões, mal se pensa em vós e parece-me que ficais feliz que um coração, mesmo pobre e miserável como o meu, não vos esqueça!..

Meu Deus, desde o retiro do ano passado, quantas graças tendes concedido a esta vossa pobre pequena criatura! Ah! Já que tudo sabeis, sabei apenas que vos amo! Ajudai-me a fazer muito bem este retiro, pois, para vós, desejo tornar-ne uma santa. Ainda tenho um longo ano para viver no mundo, então que eu o passe fazendo muito bem! Construi em mim a carmelita, pois dentro já a posso ser e quero sê-lo. Meu Deus, como é doce pertencer-vos! Desde o começo deste retiro, rezo por todas as jovens que o vão fazer, desejaria que a todas as cumulásseis como a mim me encheis. É tão bom amar-vos, ser toda vossa, que queria que todas as almas saboreassem esta felicidade.

Maria, ó minha mãe querida,coloco este retiro sob a vossa protecção, vinde em meu auxílio a fim de fazerdes de mim uma santa!... » ( Diário, 138)

 

A Isabel foi « carmelita no interior » no meio do mundo; esta experiência vai permitir-lhe dar uma visão renovada do carisma teresiano, que vai divulgar essencialmente na sua correspondência. As suas cartas continuam a ser uma preciosa ajuda espiritual para quem deseja ser santo santificando o mundo.

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SANTO DO MÊS

Santa Isabel da Trindade

Santa Isabel da Trindade (1880-1906)

Aos catorze anos, Isabel sentiu-se irresistivelmente levada a consagrar a sua vida a Jesus. Pouco tempo depois, esboçava-se na sua alma o projecto de vida religiosa no Carmelo. A sua mãe teria preferido um bom casamento, e apenas consentiu que entrasse no convento na maioridade, nessa época aos 21 anos. Durante alguns anos, a sempre elegante e alegre Isabel vai viver a sua vocação carmelita no mundo, no meio de festas mundanas, viagens, visitas aos doentes e catequese. Ainda não pode gozar do silêncio exterior no Carmelo? Isabel ama e vive o silêncio interior, esvaziando-se de si própria para deixar-se possuir por Ele. No início de um retiro, Isabel escreve no seu diário (janeiro de 1900):

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